
Todos os dias morremos em uma das duas estradas; Uns na estrada da juventude: do caminho curto - de bala perdida, de acidentes, de tragédia, de uma doença inesperada Outros na estada da velhice: do caminho longo. Todos desembarcamos na mesma estação. Subimos no trem na estação da vida ou do viver e saimos desse trem na estação da morte onde as dores e sofrimentos e os momentos felizes seguem viagem infinita sem a vida de cada um
Criação em 15/09/2010 Quarta-feira, 01:00 da madrugada
Francisco Alves Miztetlan
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=44287
Nenhum comentário:
Postar um comentário